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Sobre a Páscoa: Ele não está morto. Ele ressuscitou!

Desde que a pedra do sepulcro foi rolada, todos viram que o corpo já não estava lá. Ele foi a partir desde dia o cumprimento da vontade do Pai, que nos queria religados a sua Presença novamente. Como é possível tal ato? Se fez carne literalmente pra sofrer o que sofremos nesta Terra e sentiu TODA a nossa angustia, dor, desprezo, tentações, aflições...

Me pego pensando que foi muito além da Cruz, foi um amor desmedido, um amor sem limites,um amor de puro sangue que nos deu a cura dos pecados e de água do Espírito, que permitiu conhecer a Deus no mais profundo da Verdade e em Verdade.

E mesmo lançando sorte com sua túnica, zombando da sua tão divina majestade com uma dolorida coroa de espinhos ele resistiu até o fim, consumando tudo com o último brado mais profundo diante de todos e dos Céus.

Nós somos aquele ladrão que estava ao seu lado reconhecendo que nEle não havia crime, nem delito pra estar ali, mas estava levando a nossa culpa. E ainda lhe dizemos: lembra-te de nós quando e…
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Poema pra Deus me Ler

Esquadrinhas tudo em mim, tudo sabes da existência
Nada passa despercebido aos Teus Olhos. Nada.
E eu ser tão pequeno clamo mais uma vez sua atenção.

Eu faço de mim mesmo texto para que leia e corrija
Corrija-me com fogo puro e o Sangue mais Vermelho
Endireite essas minhas tortas linhas tão descompassadas.

Torna-me mais alvo como a neve das folhas do Livro da Vida
Faz-me livre e leve pelo caminho da Santidade
A visão da Tua glória e a presença tudo ao redor avivam.

As pessoas correm, encurtam os dias, somem os minutos
Não tem mais utilidade um relógio porque o Fim arrasta
Como um poema novo na placa de Vidro, impressiona a Eternidade.

Fenda da Salvação

Infinitas são Tuas misericórdias para com os que Te amam
Porque quando correm os dias em meio à guerra, És refúgio
E sigo clamando até que transforme águas amargas em doces.

Lá no cume do monte pude contemplar a beleza da Tua criação
E eu tão pó, ser simples sem Ti, desfaleço e assim vejo a Glória
Faz-me inabalável, espírito reto escondida na fenda da Salvação.

Que fujam os céus, sequem os mares diante da Tua Magestade
Com Trono em lugar celestial tens a Terra por estrado dos pés
Com a Palavra fizeste o Verbo que se fez vivo e eu pude te Ver.

Memórias da Eternidade

Pela estrada barrenta estava quase a me perder sem Ti
A areia fina e sol rachavam e eu já não via a Luz
Não haviam casas e tudo parecia sem vida em meio à sombra.


Quilômetros tão distante de tudo, sem comida, sem bebida e só um lápis
As pedrinhas marcavam as pegadas do meu "eu" já sem memórias
E eu na folha tentava me lembrar da vida, das Palavras de Vida, da Eternidade.


Quisera eu voltar à época do maná, do leite e mel e dos sacrifícios a cada passo
Mas o horizonte traz tudo que era perdido nas caixas da minha lembrança
Enquanto a sombra persiste, a espada de prata corta e desenha contornos da nova paisagem.







Rarefeito (A segunda glória)

Passam-se todas as coisas como a nuvem da tempestade
Tudo o que se via hoje, foi muito real ontem á tarde
E eu caminhei até os pensamentos mais profundos pra Te achar.


A porta ainda está estreita e o ar rarefeito sufoca minhas ideias
O lápis já sem ponta escreve as palavras que a alma quer gritar
As folhas são um atestado de sanidade que declara a vinda do Reino.


As coisas já se fizeram novas, mas é preciso nascer de novo e esquecer o passado
Eu levanto e escalo as paredes do templo pra ver a Sua glória até cegar a visão
Quando todo o sangue sujo é absorvido pela Santidade eu vejo Tua Face.

Ossos Quebrados

Com séculos percorridos e manchados com pecados inescrupulosos vivi
À sombra de uma sociedade de espelhos trincados, lágrimas já secas respirei
Pés vacilantes que caminham para um abismo eterno e sem luz.

A voz já rouca não sai da garganta me fazendo engasgar com a saliva
Nas nuvens apenas o prateado dos raios iluminam o pensamento
Até o tempo corre avesso e apressa as rugas de uma vida duvidosa.

Então clamei para que me visse do seu majestoso Trono e me desse perdão
Uma nova vida aspergida pela eternidade do sangue de Cristo, o Cordeiro.
No altar quero imolar desejos e vontades tornando-me oferta agradável a Ti.

Com letras de cânticos celestiais entoarei um novo Louvor
Diante de Ti quebrarei o perfume mais caro de um coração consagrado
E com ossos quebrados dançarei até que me restaure completamente.

Virtude

Quando o céu estava cinzento eu clamei ao Senhor Quando parecia tudo sem saída, entoei louvores com meu coração Até que as lutas sejam dissipadas pelo Teu Vento te buscarei.
Os dias passam tão rápido, que os ponteiros se derretem fazendo sumir o Tempo Enquanto todo o ser que respira declara a Sua volta, eu desfaleço de amor A maior recompensa é contemplar a Tua face, tocar nos teus vestidos e ter a cura.